Desafios da implementação da Agenda 2030 no Brasil

A Agenda 2030 é um conjunto de princípios e propostas de ações acordadas pelos 193 países-membro, que compõem as Organizações da Nações Unidas (ONU). A agenda atende ao propósito primário do multilateralismo que “envolve um tipo de coordenação intencional e uma forma de interação entre os atores do sistema internacional, visando respostas coletivas a problemas…

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GRANDE ESTRATÉGIA E O PODER MARÍTIMO BRASILEIRO (2007-2018)

O poder de um Estado sobre o seu território marinho não se faz apenas diante de sua Marinha, mas de todo um arcabouço de determinação sobre os mares, é o que a geopolítica chama de Poder Marítimo. Na teoria do Poder Marítimo, Mahan diz que a chave da hegemonia está no controle das rotas marítimas, a posse plena do Poder Marítimo é indispensável para um Estado que almeja se tornar uma potência, o mar, então é fonte de poder nacional. Martin Wight, enfatiza que um bom acesso ao mar é capaz de manter um Estado em contato com a maior parte do globo, ao passo que um Estado terrestre necessita da autorização de outros Estados para poder atravessar um território e poder entrar em contato com o globo (WIGHT, 2002, p.54).

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As flutuações da Política Externa brasileira: O momento atual

By: Victor José Portella Checchia Da República Velha (1889-1930) aos dias atuais, o Brasil conduz sua política externa em consonância aos preceitos que regem o cenário global, em que as inserções do país na política e economia internacional oscilam entre um período que se pode chamar de “pendular”, na década de 30, durante o nacional-desenvolvimentismo…

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Primavera Latina: Evolução ou consequência de um projeto geopolítico?

Há quase 10 anos atrás a CEPAL (Comissão Econômica para América Latina e Caribe) anunciava o crescimento da região em meio a um mundo conturbado devido aos efeitos da Crise Financeira Internacional e da redução dos preços das commodities. As maiores taxas de crescimento em 2010 se concentravam na América do Sul, encabeçadas pela economia…

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“Insulamento burocrático”, democracia e novos atores: o debate acerca do processo de construção da política externa brasileira

Felipe de Macedo Teixeira[1] O propósito do presente texto é apresentar ao leitor o debate contemporâneo da formação da política externa brasileira (PEB), suscitando questionamentos sobre o controle político da mesma, assim como seu caráter “insular”, ou seja, de centralização decisória em um só órgão, o Ministério das Relações Exteriores (MRE). Para isso, realiza-se uma…

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Nossa visão individual

“Há três espécies de mentiras: mentiras, mentiras deslavadas e estatísticas” Benjamin Disreali. A frase usada pelo aristocrata e primeiro ministro do Reino Unido é sem dúvidas utilizada como subterfugio de diversos partidos políticos e personalidades… Embora apresente parte de razão, uma vez que a própria ciência estadística afirma a possibilidade de erro, mesmo assim, este…

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PERSPECTIVA DA RELAÇÃO SINO-BRASILEIRA SOB O PRISMA DA 4º REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

Natasha Melo Carlos¹ É ilusório pensar que a Quarta Revolução Industrial não é um fenômeno corrente. Esse processo, impulsionado pela associação entre a tecnologia física e recursos digitais, já é capaz de permitir uma melhor análise de dados provenientes de mecanismos robotizados, aumento de performance dos parques industriais e otimização do tempo de desenvolvimento e…

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CERES membro da OIPD!

Prezados membros e seguidores temos o prazer de lhes notificar que o CERES – Centro de Estudos das Relações Internacionais foi aprovado para fazer parte do OIDP – International Observatory on Participatory Democracy (Observatorio Internacional da Democracia Participativa) esse é o reconhecimento a todos nossos esforços por democratizar as relações internacionais e reforçar a democracia…

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